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domingo, 21 de setembro de 2014

Sicília

Não faltam destinos para visitar nessa ilha de 25.711 km², cercada pelo mar Mediterrâneo e cuja capital é Palermo, com 1,2 milhões de habitantes e a quinta maior cidade italiana.

A Sicília é a maior das ilhas do mar Mediterrâneo, separada da região da Calábria, na península Itálica, pelo estreito de Messina, com 32 km de comprimento, 3,3 km na sua menor largura e 15 km no seu ponto mais largo. Devido à sua posição geográfica, a Sicília sempre teve um papel de importância nos eventos históricos que tiveram como protagonistas os povos do Mediterrâneo. Juntamente com as ilhas vizinhas menores, constitui uma região autônoma da Itália oficialmente designada por Regione Sicilia.

Também foi disputada na guerra entre Roma e Cartago, na qual essas duas potências queriam o domínio sobre o comércio no mar Mediterrâneo. Roma saiu vitoriosa.

A Itália possui atualmente 51 Patrimônios Mundiais da Humanidade, sendo que 8 deles estão localizados na Sicília: o Vale dos Templos de Agrigento, a Villa Romana del Casale em Piazza Armerina, o arquipélago das Ilhas Eólias, as cidades barrocas do Val di Noto, Siracusa e a Necrópole Rupestre de Pantalica, o vulcão Etna e o mais recente deles, o itinerário Árabe-Normando de Palermo.

Outros sítios de interesse arqueológico destacam-se: Selinunte, Segesta e Taormina.

A região é composta por 9 províncias: Agrigento, Caltanissetta, Catania, Enna, Palermo, Messina, Ragusa, Siracusa e Trapani.

E, claro, além de toda essa riqueza monumental, há as praias paradisíacas que tanto atraem os turistas, o clima agradável e a hospitalidade dos seus moradores (sim, na Sicília os italianos são simpáticos, educados e mais tranquilos).

Entramos na Itália, no dia 14. Visitamos Milão e Gênova. Desta cidade saímos de trem e fomos até Florença (estivemos ali em 2012) para pegar o carro (reserva de aluguel já feita pela internet, do dia 18 ao dia 26). Com o carro, seguimos para Villa San Giovanni. A viagem é longa: 940 km. Mas com o GPS tudo fica mais fácil. Fomos conhecendo várias cidades no caminho.

De San Giovanni parte o Ferry que faz a travessia para Messina, na Sicília (chegamos lá no dia 19 de setembro de 2014). São 36 saídas diárias a cada 40 minutos, sendo a primeira à meia-noite. Tivemos tanta sorte que chegamos e já embarcamos. A fila de veículos é grande. O trajeto é rápido: somente 20 minutos. Pedestres pagam € 2,50; motos € 13; e carros € 37. 


Messina é a terceira maior cidade da Sicília e a décima terceira da Itália, com aproximadamente 252 mil habitantes.

Viajando de carro

Para chegar à Villa San Giovanni percorremos uma estrada sinuosa (a maior parte sem acostamento) e repletas de túneis construídos sob as pedras, mas com cenários de filme (paredões à beira-mar de água muito azul, lanchas e iates na praias e casinhas coloridas construídas sobre os penhascos) da Costa Amalfitana, passando por diversas cidades, como por exemplo, Sorrento (a 483 km do estreito de Messina). A cidade, com pouco mais de 15 mil habitantes, é famosa por oferecer uma vista incrível para o Mediterrâneo, a Baía de Nápoles e o vulcão Vesúvio.

No caminho paramos num restaurante de típica comida italiana (toda a família com a mão na massa) e pedimos um divino penne ao molho de tomate. Chama-se Stelluccia (Via Nastro Azzurro, 27, Sant'Agnello).

A via Lungomare Gaetano Capone, indo para Salerno, é particularmente bela. As construções (incluindo residências, restaurantes, hotéis e igrejas e outros prédios comerciais ou históricos) tão próximas dos penhascos impressionam. Abaixo, a praia com a areia mais escura com as cadeiras e os guarda-sóis coloridos formam um belo conjunto visual.

Em outro post, descreverei o que vimos na Costa Amalfitana e na Calábria.

Catânia

Nós chegamos de carro/ferry, mas muita gente prefere ir direto para a Sicília, pegando um voo para Catânia. Lá teria sido criada a massa com berinjela tomate e manjericão, criada em Catânia em homenagem à ópera Norma de Vincenzo Bellini, compositor catanês do início do século XIX.

A cidade, com cerca de 300 mil habitantes, tem muitos monumentos barrocos, como a Catedral de Santa Ágata, o Palazzo Biscari, o Monastero dei Benedettini. Outros pontos de interesse são o parque arqueológico greco-romano com as ruínas das termas, do Odeon Romano e do Anfiteatro; a Via Etnea, rua principal da cidade, com suas lojas, bares, restaurantes, e as duas maravilhosas praças; a Piazza Università; a Piazza Duomo, onde está a catedral e a famosa estátua do Elefante, marca registrada da Catânia; o maior mercado da cidade, a pitoresca e caótica “fera ‘o luni” (que quer dizer ‘feira da segunda-feira’, mas que funciona todos os dias) que vende de tudo.

A orla com os arrecifes de origem vulcânica é algo para se apreciar.

De Catânia até Taormina são 45 minutos de carro. 

A grande aventura

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